“o olho aberto é um órgão do mundo, o olho fechado torna-se órgão do corpo.” Gonçalo Tavares
Rodrigo Westin artista visual, São Paulo, 1976. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Em seus processos artísticos, o artista procura habitar a vagância como gesto poético para abordar o vazio, pensar em órbita e visitar o nosso estado de impermanência. Experimenta a deriva entre palavra, imagem e movimento, atento às cenas cotidianas e ciclos temporais que emergem e que evaporam, desatento à expectativa de seus ritmos. Procura a apropriação dos ciclos que nos rodeiam, para oferecer abrigo à diferentes fenômenos e voltar o estado de atenção ao vazio. Tem sido absorvido pelo ciclo que está dentro do vento, dentro do papel, o ciclo da nuvem, que vira gota para evaporar novamente em nuvem. Em retorno, os ciclos que sustenta mantém o seu horizonte vivo.
interesses: vagância, vazio, deriva, instante, evaporação.
Rodrigo Westin visual artist, São Paulo, 1976. Lives and works in Rio de Janeiro.
In his process, the artist uses his artistic processes to inhabit vagance as a poetic gesture to approach emptiness, think about orbit and visit our state of impermanence. He experiences the drift between word, image and movement, attentive to everyday scenes and temporal cycles that emerge and evaporate, unaware of the expectation of their rhythms. Rodrigo seeks the appropriation of the cycles that surround us, to offer shelter to different phenomena and to return the state of attention to emptiness. It has been absorbed by the cycle that is inside the wind, inside the paper, the cloud cycle, which turns into a drop to evaporate back into a cloud. In return, the cycles he sustains keep his horizon alive.
interests: vagance, emptiness, drift, instant, evaporation.